Não me perguntes se te vou amar para sempre, o sempre é agora porque é agora que é verdadeiro. De onde veio esta fornalha que parece, estará a queimar rápido demais, brasas que se alastram e temo, peguem incêndio ao que parecía o paraíso?
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016