É por amor, tão só por amor que esta febre te deu, disseste tu e eu até sorri, não lhe chamei o nome que se dá à coisa que amarga o peito e que eu tão bem o conheço por um dia o ter trazido aqui dentro aconchegado. Mas quase tenho medo de o dizer. Ou por lhe saber o gosto e tu tomares-lhe o gosto e não pararmos os dois esta coisa má que nos acabará.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
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