Tornei-me uma mulher, aprendi-me mulher, deitei-me menina e ergui-me mulher. Não por ele, mas por mim. Para me amar primeiro a mim para depois o amar a ele e a nós. Não me consciencializei do ocorrido, aconteceu naturalmente sem empurrões nem esforço, deixei de me violentar e lembrar de esquecer. Ou esquecer o que tinha para me lembrar. Só precisava de doer para crescer. Como a todos.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
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