Aprender a amar, disse-me ele, e ofereceu-me outra flor. Quase todos os dias me dá uma flor, diz-me que sou como a natureza e como ela devo ser brindada com todas as cores e perfumes. É fácil gostar dele, estar com ele, mas não sei se é um novo amor. Talvez me tenha habituado a amores difíceis ou apenas amores imaginados em que desenhamos tudo para parecer um príncipe encantado porque sabemos que este não existe. O mal é de mim, só pode ser, que tenho o que quero e só me acho defeitos para não ter o que posso.
.../...
©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
Sem comentários:
Enviar um comentário