Este foi um beijo de beijo dado. De beijo recebido. De olhos abertos para ter certezas no beijo de olhos fechados. Um beijo de paixão, um beijo de certezas no amor duvidoso, um beijo-sim, um beijo-afinal, um beijo-verdade. Este foi o beijo que não dei e que sonhei por tantas noites, o treinado, o imaginado. Mas foi muito mais que isso, porque foi a surpresa do momento, a vontade minha e dele sem mais ninguém no peito que nós dois, foi a minha liberdade finalmente a desejar, sou eu a beijar.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016