Estive a olhar de longe o jardim, o banco e foi como se admirasse uma pintura. A árvore, completamente despida enfeita de um jeito macabro o sitio onde enterrei o coração. Mas não me dói, não me diz nada. Apenas assisto como se eu fosse uma visitante num museu, ao longe uma bela pintura. Sigo o meu caminho, outros quadros a ver, nada me prende em especial para além de bonito ou feio.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016