Não me lembro de mim há um ano. Porventura passaram cem, mil, uma eternidade. Não por que peça para me lembrar de mim, do amor que lhe sentía. Não. Lembrei-me de mim como quando nos sentamos à beira da cama a revisitar velhos álbuns de fotografias esquecidas pelo tempo e exclamamos que não tínhamos memória daqueles dias. Só que dele nem sequer tenho um retrato.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
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