Perguntaram-me porque não sorrio. Não sei. Perguntaram-me porque não choro. Não sei. Perguntaram-me então, porque não me zangava, saía e barafustava pela injustiça do que me tinha acontecido. Não me lembro de nada. Disseram-me então, que era tempo de achar um novo amor, que o meu coração era bom e que merecia ser feliz. Não sei de quem falavam.
.../...

Sem comentários:

©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016