Não volto mais ao nosso jardim, ao nosso banco. Ali, perto dele e junto à árvore, enterrei o meu coração. Não fica bem visitar a lápide de nós próprios. Fico por casa. Hei-de por aqui vaguear como um fantasma do que já fui, visitar o quarto da que fui e da que sonhei, quando achava que havia esperança de que um dia me olharías e verías a diferença de um verdadeiro amor. Não mais, não mais.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
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