Desde aquele dia que os teus dedos tocaram na minha pele, que nada sinto. Não por não querer ou desejar. Que se falasse de desejo, a morte tería vindo calma, de passos miudos e ter-se-ía sentado a meu lado depois de teres ido com ela, mãos dadas, de novo a minha inexistência como presença total.
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