Perguntam-me que tenho eu, tão magra, de olhos tão dentro e peito murcho, as mãos como linhas arrancadas de roupa velha. Tenho vergonha da verdade, não posso responder. Faço de conta que sorrio mas já foi há tanto tempo que sorri que todos me olhem com pesar e tristes, abraçam-me como se se despedissem de mim.
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