Ver o mar dá-me vontade de entrar nele e perder-me. Era assim que eu estava quando te chegaste a mim e me tocaste no ombro. Pensei que sonhava, que não eras tu, que talvez por o querer muito e o sol me batesse nos olhos, eu tivesse inventado que eras tu que te aproximavas. Perguntaste-me porque razão eu chorava e eu não disse nada. Sentaste-te a meu lado e falaste do mar, como gostavas de o olhar e de te perderes na sua imensidão. De como uma menina bonita como eu não devería chorar, limpaste-me as lágrimas com a ponta dos dedos, desejaste-me boa sorte e partiste com ela que entretanto chegara.
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