Pedes perdão e eu perdoo. Mas não me convenço porque não me perdoo a mim, fica-me um espinho agarrado ao peito a sangrar devagarinho. Sei que outras vezes virão e das próximas esta ferida infectada vai deitar tanto sangue que há-de matar o que já não tenho.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016