Porquê falar de coisas velhas, de ti a mim, da tua tristeza ao meu esquecer, da tua procura à minha partida, do teu interesse ao meu fantasma? Enfado-me, afasto-me, não posso ouvir falar de nós quando nunca tal aconteceu, não quero ouvir falar de futuros possíveis quando as folhas já levadas pelo vento assobiam o frio do final da tarde e me recolho a casa a olhar a noite a caír o que já me escureceu há muito. Não mais, disse eu. Não te quero mais, não ouviram?
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
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