Vejo-te. Nem sequer estás muito longe de mim. Quase te alcanço, mas não sei se tenho vontade, ou se acho forças dentro do meu peito para fazer bater o meu coração, e depois voltar a perder-te, voltar a perder este ardor que já conheci. Melhor deixar ir-te, se calhar és apenas uma mentira como este dia de Abril.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016