Abro os olhos e a luz magoa-me, mas reconheço o teu cheiro até nesta minha morte. Porque morreste também? Ouço a tua voz, sinto a tua mão no meu rosto, os teus braços a ampararem-me, gente ao redor. Que aconteceu? Nem na morte podemos ficar apenas os dois? Um desmaio dizes-me tu. Que vergonha.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016