Sabendo da minha perdição por ti escusam-se a falar-me de ti, de amor, de todas as coisas que me possam levar à lembrança do que tu és. Pobres coitados que me pensam como pobre coitada. Nunca me sais, és sempre tudo o que respiro, o que sou. Muito menos são eles que se evitam à dor na esperança de escaparam à flecha do amor verdadeiro. Não eu, eu dou o meu peito e sorrio.
.../...

Sem comentários:

©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016