Agora que estavas tão perto eu só quería fugir! Que vergonha! As pernas tremíam-me, as mãos suadas como água bebida por elas, e o riso a saír como uma tonta. A boca não conseguía dizer nada, só o riso ocupava o sitio das palavras e por mais que eu tentasse não conseguía, não conseguía. Tu olhavas para mim e sorrías, quase benevolente, sorrías com compaixão por esta pateta alegre. E de cada vez que nos encontramos é assim: choro e rio sem dizer que te amo.
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