Tudo passa, tudo, dizem-me. Deve ser certo, ou não haveríam mulheres. Mas eu devo ser aquela que mais amou em todo o universo. Não vejo outra que tal condenação lhe tenha caído em cima. E no entanto, não me acho mal por isso. Rara, apenas. Quisera eu ser apenas mais uma de todas as outras mulheres que se passeiam no mundo e isso sería sinal de que tu estarías a meu lado.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016