Em dias de sol imagino-nos juntos, uma vida a dois, aquela cumplicidade dos grandes amores. Consigo pôr-te palavras na boca, respostas às perguntas que te faço, é a tua voz a corresponder à minha numa ligação perfeita sem interferências, sem ruídos que afectem a melodia do dia. Depois, conforme o sol vai baixando assim a minha onda de pequena felicidade se vai. E de tanto sonhar parece que só me resta uma poça de águas paradas.
...//...
©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016
Sem comentários:
Enviar um comentário