É à noite que me perco em deambulações sobre os teus beijos, como serão os teus beijos, como reage a minha boca à tua, se beijas longo, molhado, apertado, se me agarras no pescoço, se beijas de olhos fechados ou a olhares para mim. Imagino isso tudo. Nunca nos beijámos, nem no rosto e mesmo assim sinto saudades do que nunca provei.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016