Dedico solenemente todas as coisas bonitas que vejo e que faço a ti. Uma espécie de oferenda aos deuses para te conquistar a graça, o pensamento. Sei bem que isto é uma estupidez, nunca deves ter pensado em mim mas depois aplaco a minha insegurança dizendo-me que os deuses são mesmo assim, parecem nunca notar a presença dos mortais. Bem mortal sou eu pois por ti, acho que morro.
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