Vi-te ao longe, acenei-te, acenaste-me. E depois viraste costas e aparentemente muito feliz continuaste a conversar com quem te estava próximo. Não sei quem era, mas desde já odeio-a. Deverías ter deixado essa companhia e teres-te aproximado de mim, mostrar felicidade por estares perto de mim. E quanto muito poderías ter acenado a quem deixaste. Penso se não te tivesse feito sinal se de vontade própria me terías retribuído. Logo hoje que me sinto tão corajosa. Mas agora já não vale a pena. Nem tu mereces.
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©opyright Escritos Nefastos, Maria Manuel Gonzaga, 2009-2016