Arranjo-me para ti, tento imaginar o que gostarás de ver em mim e procuro nos pormenores que fixes alguma coisa que te faça lembrar de mim. Não sei se te vou encontrar ou se tal acontecer se falaremos, se darás pela minha presença. Mas não quero correr o risco de me achares banal. Demoro muito tempo a adivinhar o que gostarás de ver em mim, tanto, que fico indecisa. E acabo ao espelho a dizer o quanto sou estúpida por te dar tanta atenção.
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